Com o apoio da APCEF/RJ, Maggi é reeleito delegado da COOPERFORTE
Apoiada pela APCEF/RJ, o associado Luiz Ricardo Maggi foi o candidato mais votado da seccional Rio de Janeiro Capital. Com 168 votos, Maggi foi reeleito Delegado da COOPERFORTE, onde permanecerá por mais quatro anos. O resultado garante a representação da CAIXA na Cooperativa. As eleições para a escolha dos novos representantes aconteceram de 6 a 20 de novembro.
Reveja a seguir a entrevista que Maggi concedeu ao APCEF RIO JORNAL, pouco antes do início das eleições.
Luiz Rircardo Maggi:
‘Temos que manter a representação da CAIXA na COOPERFORTE’
Apoiado pela APCEF/RJ, um dos únicos representante da CAIXA, Luiz Ricardo Maggi se reelege como delegado na Cooperativa
De quatro em quatro anos, a COOPERFORTE - Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários de Instituições Financeiras Públicas Federais Ltda -, elege delegados para representarem seus milhares de associados em diversas regiões do país (1.780 só no Rio de Janeiro). Este ano, o associado Luiz Ricardo Maggi se reelegeu nas eleições que aconteceram de 6 a 20 de novembro, e para isso, contou com o apoio irrestrito da APCEF/RJ, Associação pela qual ele vem contribuindo voluntariamente, para a sua recuperação e crescimento. O motivo é simples: o ex-diretor do Sindicato dos Bancários do Rio teve uma atuação fundamental na aproximação da APCEF/RJ, tanto com a COOPERFORTE, quanto com a FENAE. Conheça a seguir um pouco mais do Delegado e saiba o que ele pensa sobre assuntos importantes relacionados à APCEF/RJ e a CAIXA.
Por que se candidatar novamente à delegado na COOPERFORTE?
Porque quero dar continuidade ao elo que venho mantendo, em nome da CAIXA, com a Cooperativa. Atualmente a CAIXA só tem dois representantes na COOPERFORTE: eu e a colega Josebel Florêncio, do Ceará. Não podemos perder essa representatividade. No Rio de Janeiro nós temos sete (7) candidatos concorrendo e só eu representando a CAIXA.
Qual a importância da participação dos funcionários da CAIXA nesta eleição?
A participação expressiva do nosso pessoal vai garantir que continuemos a deliberar sobre os rumos da Cooperativa, defendendo os nossos direitos.
Quais são as atribuições de um delegado da COOPERFORTE?
Participar das Assembleias Gerais de prestações de contas realizadas em Brasília. Nossa missão é servir como porta-voz e representantes dos associados.
Qual a sua participação na APCEF/RJ atualmente?
Estou atuando como colaborador da Associação, já que retornei às minhas atividades na agência. Ajudo no que é possível e no que está de acordo com a minha disponibilidade. Também venho atuando na aproximação da Associação com a COOPERFORTE, pois faço parte do quadro de delegados da Cooperativa na região do Rio e Capital.
Por que essa aproximação é tão importante?
A parceria entre a COOPERFORTE e a APCEF/RJ é importante no sentido de buscar patrocínios e trazer receitas para a Associação. A parte de patrocínio já está sendo feita: a festa das crianças realizada na APCEF/RJ e alguns dos times da delegação esportiva da Associação que disputaram os jogos da FENAE, por exemplo, foram patrocinados pela Cooperativa. Sem falar que a COOPERFORTE é uma Cooperativa de crédito muito respeitada politicamente e financeiramente em todo o país, isso sem dúvidas, vai contribuir para aumentar a receita da APCEF/RJ e ajudar na sua recuperação.
Atualmente, qual a sua relação com o Sindicato dos Bancários do Rio?
Fui diretor em dois mandatos e agora encerrei a minha participação. Contudo, continuo como representante da comissão da empresa, representando a Federação dos bancários do Rio de Janeiro e do Espírito Santo nas mesas de negociação.
O que o senhor está achando da parceria entre a APCEF/RJ e o Sindicato?
Excelente, pois essa parceria está possibilitando a recuperação da APCEF/RJ. Nós tivemos uma batalha jurídica muito grande no sentido de mudar a APCEF/RJ, e conseguimos fazer um acordo que propiciou que o Manoelzinho assumisse a presidência da entidade. Foi nesse contexto que ocorreu a aproximação com o Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro.
Falando nisso, como o senhor avalia a recuperação da APCEF/RJ?
Acho que está caminhando bem. Ainda temos muito para avançar, mas esse não é um trabalho só da diretoria da entidade, e sim de todos os associados. Nós temos que dar as mãos às diversas Associações do pessoal da CAIXA no sentido de buscarmos soluções. Essa diretoria que está aí já está tomando algumas medidas que, na minha avaliação, são corretas e importantes, mas ainda há muito a fazer. Estamos agora aguardando o resultado de uma auditoria que está sendo feita para avaliar a real situação da entidade. Acredito que essa auditoria vai poder possibilitar a realização de uma assembleia para realizar uma eleição democrática e aberta que há muito tempo a APCEF/RJ não tem.
A parceria da APCEF/RJ com a FENAE foi uma boa estratégia?
Foi uma estratégia fundamental. A FENAE é o elo mais importante nessa questão da recuperação da APCEF/RJ. Basta conhecer a importância da Federação no contexto político e financeiro. Lamento que só agora a FENAE possa contribuir e ter um papel fundamental na recuperação da entidade. O fato só não aconteceu antes porque a Associação possuía uma diretoria que, em minha opinião, por ser tão antidemocrática e pouco transparente, podia ser comparava com a de Honduras.
Qual a sua leitura sobre a Campanha Salarial deste ano?
Nesses últimos anos, a CAIXA tem permanecido mais tempo em greve do que os demais bancos, e isso é lamentável, pois mostra a falta de atitude da CAIXA em negociar. Acho que avançamos em alguns pontos, mas ainda temos muito para avançar. Particularmente eu entendo que a CAIXA, se tivesse um pouco mais de boa vontade, teria como atender melhor os seus funcionários, olhando-os de outra forma e deixando de tratá-los com desdém.