Pressão dos empregados e das entidades impede que Sede da Caixa seja transferida para o Santo Cristo | Portal
12/09/18 08:00

Pressão dos empregados e das entidades impede que Sede da Caixa seja transferida para o Santo Cristo

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Após pressão do movimento sindical e associativo dos empregados da Caixa, a direção da CEF recuou e desistiu de transferir a Sede da Caixa no Rio de Janeiro para o edifício Aqua, localizado na zona portuária, região perigosa e sem estrutura na cidade carioca, definindo que os trabalhadores e atividades sejam transferidos para o edifício Passeio Corporate, Rua das Marrecas, 20, Centro do Rio de Janeiro.


Para anunciar a decisão, a Caixa organizou encontro na tarde de segunda-feira, 23 de julho, no auditório do Barrosão, no Centro do Rio de Janeiro. O evento contou com a presença da Superintendente Nacional Logística e Operações, Raquel Metaxa; do Vice-presidente de Pessoas, Marcos Jacinto; e, do Vice-presidente de Logística e Operações, Marcelo Campos Prata, além de Rita Serrano, Conselheira do Conselho de Administração e Paulo Matileti, Presidente da APCEF/RJ e  vice do Sindicato dos Bancários.


Os executivos explicaram que o prédio da Barroso tem muitos problemas que exigiriam grandes e custosas obras de restauração, o que fez com que a Direção da CEF optasse pela mudança das atividades do prédio para outro edifício. Após realizar consulta pública e analisar oito propostas, a direção da Caixa escolheu o prédio “Passeio Corporate”.


A queda de braço entre a APCEF/RJ, o Sindicato dos Bancários e a CEF, que ocorreu nos últimos meses, garantiu não só uma mudança justa, como a integridade física dos bancários lotados na Sede do Barrosão, já que a primeira sugestão de lotação apresentada pela Caixa ficava em uma área que oferecia risco aos empregados. A mudança de prédio ocorrerá gradativamente entre os meses de novembro de 2018 a junho de 2019. 


“A luta encabeçada pela APCEF/RJ e pelo Sindicato dos Bancários para impedir a covarde transferência para um local “isolado” só obteve êxito porque os trabalhadores lotados no Barrosão acreditaram ser possível. O abaixo-assinado e a entrega de documento ao Presidente da Caixa fortaleceram a luta. Felizmente a Caixa cedeu à nossa pressão e optou por respeitar e preservar o bem-estar e segurança de seus empregados”, disse Paulo Matileti, Presidente da APCEF/RJ e Vice-Presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro.

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